Saúde e Meio Ambiente


21 de Agosto - Terça - feira


"Um mundo melhor com Química"

                                  

Obrigada, srª Química

  
  Desde nossa existência o homem procura melhorar sua vida com a química.Na pré-história,temos o fogo,que nada mais é do que reações e combustão.Na idade da pedra,o homem aprendeu que misturando cobre com estanho,ele poderia obter o bronze,e assim utilizá-lo em seus armamentos.
  Na Idade Antiga e Média,os reis descobriram o valor do ouro,e ornavam-se com este.Com o renascimento e Idade Moderna o homem começou a estudar anatomia e assim desenvolveu medicamentos para preservar sua saúde,misturando produtos naturais.
  Mas foi apenas com a 3ª Revolução Industrial,no início da Idade Contemporânea,com a manufatura,industria e o avanço da tecnologia,que o homem viu que podia organizar os elementos químicos e combiná-los,criando e reconhecendo substâncias que ajudariam-no.
  Hoje,o que comemos,vestimos,os veículos com que nos locomovemos,nossas casas,enfim,tudo em nossa vida é resultado dessas transformações da química.Ela nos ajudou até hoje.Obrigada,srª Química!


14 de junho - Quinta - feira


Pesquisa do Inpa usa semente para purificar água de rio da Amazônia

Uso da moringa evita aplicação de sulfato de alumínio, tóxico para natureza.
Técnica também elimina bactérias e torna água própria para uso
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As águas escuras do Rio Negro, no Amazonas, precisam ser clarificadas e purificadas antes de serem consumidas. Um dos produtos usados neste processo é o sulfato de alumínio, tóxico para a natureza. Para evitar a contaminação e melhorar a saúde de comunidades que dependem da água do rio, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) estudou o uso da semente de uma planta, a moringa, para tornar potável a água do Rio Negro e conseguiu resultados inesperados.
A moringa é uma planta originária da Índia. Para purificar a água, a semente é extraída e masserada, formando um pó, aplicado no líquido. No Brasil, a planta já é usada para tirar o barro e eliminar bactérias de rios da região Nordeste. Como a quantidade de pó de varia de acordo com as características dos rios e também com o período do ano, “a pesquisa do Inpa foi pioneira”, diz a farmacêutica Edilene Sargentini, que participou dos estudos.
“A grande diferença do Rio Negro é que a água é colorida devido à presença de substância húmica, decorrente da decomposição de animais e plantas da floresta, transportados para o rio por meio de lixiviação”, explica Edilene.

Além de conseguir limpar a água e eliminar 99% das bactérias, o estudo do Inpa desenvolveu uma nova metodologia de aplicação da semente de moringa que consegue purificar a água mais rapidamente.
Além disso, com o novo método, os pesquisadores conseguiram deixar a água potável por até três dias – contra um dia com o método convencional. “Após usar o pó da semente de moringa, você tem um tempo para usar a água. Depois disso, ela ‘apodrece’. Descobrimos uma nova metodologia para usar esta semente de modo em que a água não ‘apodrece’ tão rápido”, conta Edilene. Os pesquisadores pretendem patentear a nova metodologia.
Sachês
Agora, a pesquisa está entrando em uma nova fase, fora do Inpa. O objetivo da equipe é desenvolver sachês de moringa, que poderiam ser distribuídos para as comunidades à beira do Rio Negro com um passo a passo do uso. Para Edilene, o sachê facilitaria o uso da moringa, porque já viria com a dose certa. Bastaria colocá-lo na água, sem ser necessário ter a planta no quintal e preparar o pó.
Mas, antes mesmo da criação dos sachês, os resultados da pesquisa podem ser aplicados através do ensino da preparação do pó e aplicação na água. Uma das metas da equipe de pesquisa é criar uma cartilha que explique os procedimentos.



Brincando com Alimentos





 (Amor proibido Pitaia e Abacaxi)


A fotógrafa brasileira Vanessa Dualib iniciou em 2009 o projeto 
Brincando com a Comida, uma série de fotos divertidas em que alimentos se transformam em personagens de cinema, games e animais



                       (Hippotatomus)


Vanessa diz que as fotos tentam "desafiar a percepção das coisas" e "melhorar um pouquinho o dia de qualquer pessoa que para alguns segundos para ver minhas fotos".



                              (Sirilho)

     
    Para conseguir os "personagens" de suas imagens, Vanessa percorre os supermercados que ficam abertos 24 horas "na tentativa de 'resgatar' alguma fruta ou vegetal que, na verdade, 'nasceu' para ser alguma outra coisa".




                               (Pac-man)
           

         
"Sempre digo que eu não crio meus personagens, eu simplesmente os encontro", segundo Vanessa.


    
                               (Baiakino)


A partir da série Brincando com a Comida, a fotógrafa criou uma outra série de aventuras para um dos personagens fotografados, Eggbert, um ovo que, nas palavras de Vanessa é "um herói. Um anti-herói. Rico em colesterol e ideias". As séries estão no site www.vanessadualib.com.


                            (Batatosaurus Dulcis)
    Vanessa afirma que não desperdiça alimentos, e que "cerca de 70% de tudo que é fotografado acaba sendo consumido (...) no fim da sessão fotográfica".

As editoras
Dedicado para:  Breila Dias, bióloga.

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